Fio de Ariadne

Admite-se EMOÇÕES

Como seres humanos, somos dotados das mais variadas emoções e sentimentos, mas nem todo mundo dá a sua devida importância, muitos apresentam dificuldade em assumir realmente as emoções.

Você já parou para identificar os seus sentimentos diante das mais simples situações no seu dia a dia?

Por exemplo: Como você reage a um filme? À uma notícia assistindo a um telejornal? Como recebe uma notícia seja ela alegre ou trágica sobre alguém conhecido ou até mesmo um membro de sua família? Como você recebe uma crítica de alguém? E elogios, como recebe? Como você lida com seus subordinados ou chefias? São tantas os questionamentos…

E cada um reage a seu modo.

Uns de forma passional, ou seja, com a paixão intensa a ponto de cegar e impedir a tomada de decisão mais assertiva, que muitas vezes se faz necessário naquele momento, do tipo, a pessoa está ferida a seu lado e você entra em tamanho desespero que mal consegue respirar, imagine chamar o SAMU, nem se lembra o que é SAMU. A emoção em excesso atrapalha.

Há pessoa que é prática e resoluta, deixando muitas vezes as emoções de lado para poder tomar a decisão de forma objetiva e  pragmática. Esta pessoa pode dar a impressão de ser alguém frio, sem sentimentos. Este modelo no exagero também não é legal, afinal este também é um ser humano que queira ou não, é dotado de emoções, e antes de não saber tomar a decisão, não sabe como lidar com estas, e as esconde talvez por medo.

Fazer cara de bravo, usar expressões que intimidam, ser de pouco conversa, são formas de se defender daquilo que no fundo acreditamos ser maior que a própria pessoa: suas emoções. E como ser “vencido” por um inimigo que mal se conhece? Melhor negá-lo não é mesmo?

Errado!

Diferentemente do que muitos pensam, emoções não são sinal de fraqueza, muito pelo contrário, é sinal de vida. É sinal que estamos interagidos no processo chamado vida.

O melhor é conseguirmos identificar os sentimentos que trazemos conosco e melhor ainda, identificarmos suas razões ou causas.

 

E não adianta fugir, de um jeito ou de outro as emoções aparecem na vida, porque ela é a vida de cada ser humano. Como fazer então?

Que tal conhecer o seu modo de funcionamento pessoal? Como são seus desejos, seus medos, suas engrenagens, as mais íntimas, aquelas inconfessáveis?

Nada que uma boa análise não resolva.

Fica a dica.

 

 

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