Fio de Ariadne

E segue o Baile…

E Dezembro chegou prometendo, como todos os anos, muitas alegrias nas Festas de Final de Ano:

Natal gordo na proporção do tamanho do papai Noel. Será por isto que nos apresentam Papai Noel sempre muito gordo e sorridente? Ho ho, ho… Como pode alguém estar fora do padrão aceitável? eu me questiono. Como assim, entra ano e sai ano e Papai Noel sempre gordo, não sei como consegue carregar aquele saco enorme de presentes já que deve ser difícil carregar o próprio peso. E no clima da espera do Papai Noel Gorducho, a maioria das pessoas passa o Natal com seus familiares, por tradição, ou crenças ou nem se sabe porquê… mas passa em família.

Já na virada do Ano, as pessoas se permitem mais, se soltam mais, e caem na farra. Eita coisa boa! Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo, que tudo se realize no ano que vai nascer….

E assim caminha a virada do calendário!

Pessoas esperançosas e desejosas de que algo bom lhes aconteça, e também desejam o mesmo aos seus semelhantes, o que é muito bacana!

Mas é só uma virada de calendário, que por sinal foi inventado pelo próprio homem. Mas, adoro o mas… precisamos enquanto humanos ritualizar até a virada do calendário. Faz parte do kit humano os ritos de passagem e as simbologias todas.

Hoje, dia 02 de Janeiro de 2018, dia útil por sinal, e estou de férias! Mas é dia útil… Resolvi, no embalo da virada de ano, arrumar, limpar e organizar gavetas e armários!

Puxa, como gostamos de guardar tranqueiras durante o ano! Para que guardamos três ou quatro aparelhos de telefone quebrados? Uma gaveta cheinha de fios de telefone, de cabos USB, de carregadores de celular. Aparelhos celulares que nem funcionam mais. E os papéis? Pilhas e pilhas… Sem mentira, joguei umas 6 sacolas lotadas de folhas de papel, cadernos, e pastas, e bloquinhos. Vai que um dia eu precise… E os copos de cristal trincados e muito bem guardados? Não se sabe para quê já que não servirei nada neles. Para quê guardá-los?

Enquanto fazia minha faxina material, separando o que serve de verdade do lixo literal, fui cantando o mantra OM MANI PADME HUM… E a faxina passou a ser de alma, de limpeza interna.

Tão bom, tão leve, tão solto, tão feliz… E segue o Baile de 2018 que iniciou ontem mesmo…

 

 

 

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