Fio de Ariadne

TRABALHANDO A MEMÓRIA

Vamos iniciar fazendo um pequeno e simples desafio:

“Num corredor há apenas 3 portas, entrou no corredor, não tem volta. A primeira porta leva a um labirinto coberto de carvão em brasas que nunca se apagam. A segunda porta leva para uma sala totalmente escura com um grande buraco sem fundo. E a terceira porta leva para uma jaula aberta com um leão que não come há seis meses. Qual porta você escolhe abrir e entrar?”

Quando nos deparamos com um problema semelhante ao proposto, paramos o que estamos fazendo e voltamos toda a nossa atenção ao problema. É aí que o cérebro é exigido: Primeiro lemos com atenção o enunciado do problema e que ele nos pede, depois passamos a associar as ideias e informações que temos armazenado como a lembrança do que é uma porta, um corredor, carvão em brasas, um buraco escuro e sem fundo, um leão esfomeado, o que é escolha…

Num  segundo momento levantamos hipóteses das possíveis escolhas e o que as mesmas podem nos trazer de consequência. Só então, passamos para o terceiro passo que é a solução do problema, e fazemos a escolha mais assertiva para que não nos traga dano ou este seja o menor possível.

Podemos então de  forma lúdica, trabalhar nosso tão precioso cérebro, que deve ser estimulado a todo momento para que não pare de funcionar. Fazemos assim quando enfrentamos no dia a dia algo que nos exija buscar solução imediata para uma determinada situação, onde temos que utilizar da atenção, da concentração, da associação de ideias, do levantamento de teses, hipóteses chegando à uma síntese que é a resposta que consideramos mais adequada.

O cérebro é portanto, como qualquer outro músculo do corpo e precisa ser exercitado com frequência, do contrário, atrofia. Já dizia Charles Darwin, tudo aquilo que a natureza não usa, com o tempo perde o valor e deixa de existir.

O que é memória? Podemos pensar numa resposta bem simples como sendo a capacidade de armazenamento de informações. Mas hoje sabemos que isto só não basta, é preciso usar e abusar constantemente deste armazenamento. As informações estão lá, guardadas muitas vezes a sete chaves, o negócio e utilizá-las sempre a nosso favor.

Ah, pensou que me esqueci do problema? Voltando ao caso do corredor e suas três portas: Você fez a escolha correta se pensou na porta de número três porque um leão que está sem comer há 6 meses já estaria morto, e conseguiríamos passar por ele com tranquilidade e sem riscos.

Até breve!

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